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:: ‘Brasil’

Brasil tem 2.201 casos confirmados da coronavírus e 46 mortes

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (24), que 46 pessoas já morreram e 2.201 casos confirmados de contaminação pelo novo Coronavírus (Covid-19). Segundo o órgão, são 40 mortes confirmadas e 810 casos positivos em São Paulo (das 40 mortes, 37 foram em hospitais particulares e 3 no SUS). Já no Rio de Janeiro são 6 mortes e 305 casos, enquanto no Ceará 182 casos. No Distrito Federal são 160 casos e 130 em Minas Gerais. Já há transmissão em todos os estado do país.

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Em vídeo, Xand Avião revela resultado positivo para o coronavírus

Nesta terça-feira (24), o cantor Xand Avião confirmou que ele e sua esposa, Isabele Temoteo, tiveram o resultado positivo para o novo coronavírus. O cantor gravou vídeos, no modo Stories do Instagram, confirmando estar com a doença.

Xand revelou que realizou os testes na segunda-feira (16) junto com sua esposa e sua filha, Maria Isabella. O resultado positivo do casal saiu na última segunda (23) e nesta terça-feira (24), enquanto o resultado da filha saiu negativo.

O cantor aproveitou o momento para parabenizar o Brasil por ficar em casa e deixar uma mensagem de conscientização. “A gente quer pedir a vocês que fiquem em casa, lavem bem as mãos com sabão, não saia pra nada, pra a gente poder passar por isso”.

 

Coronavírus: Bolsonaro ordena ao Exército preparar estoque nacional de Cloroquina

O Brasil testará em pacientes com Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, um remédio normalmente usado contra malária, mas que se mostrou promissor contra o vírus em testes iniciais em outros países, a Cloroquina. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou hoje a experiência será em um hospital particular de São Paulo. Assista:

– Hospital Albert Einstein e a possível cura dos pacientes com o Covid-19. pic.twitter.com/Aia4RzTVlp

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) March 21, 2020

“Agora há pouco profissionais do Hospital Albert Einstein me informaram que iniciaram um protocolo de pesquisa para avaliar a eficácia da cloroquina nos pacientes com Covid-19”, disse ele em postagem neste sábado (21/03). “E decidimos que o laboratório químico e farmacêutico do Exército deve imediatamente ampliar a sua produção desse medicamento, que, na última sexta, o presidente da Anvisa, Antonio Barra, decidiu que não poderá ser vendido a outros países“, completou.

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Coronavírus: Medida Provisória de Bolsonaro impedirá governadores de fecharem as divisas

“A fim de impedir o transito livre de cargas e profissionais e garantir o funcionamento dos serviços essenciais em todo o território nacional, sobretudo em estados que fecharam suas fronteiras por causa do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro editou, na noite de sexta (20), uma Medida Provisória e um decreto que garantem ao governo federal a competência sobre a circulação interestadual e intermunicipal.

A MP 926/2020 determina que restrições de trânsito sejam embasadas em fundamentação técnica da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De acordo com o texto, caberá ainda ao presidente indicar quais os serviços públicos e atividades essenciais que deverão ter o exercício e funcionamento preservados em meio à pandemia.

O decreto, por sua vez, traz uma lista de serviços públicos e atividades essenciais que não podem ser paralisadas por causa das decisões dos governadores que decidirem fechar as fronteiras de seus estados. O decreto diz que, se forem paralisados, esses serviços e atividades “colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população”.” “Entre os serviços citados estão os relacionados à assistência de saúde e o transporte intermunicipal, interestadual e internacional de passageiros, além do transporte por aplicativo. O decreto fala ainda da importância de garantir o transporte de “cargas de qualquer espécie que possam acarretar desabastecimento de gêneros necessários à população”. A MP e o decreto contrariam decisões recentes como as do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, dentre outros governadores, como João Dória (SP) e Romeu Zema (MG). // Gazeta do Povo.

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Coronavírus: Governador de Minas Gerais determina fechamento de todas as divisas

O governador Romeu Zema (Novo) anunciou que Minas Gerais entra a partir desta sexta-feira (20) em estado de calamidade pública e passará a adotar medidas mais duras para o combate à disseminação do coronavírus. Entre as medidas anunciadas pelo governador estão o fechamento das fronteiras de Minas Gerais para os transportes de passageiros de ônibus e trens e o fechamento de todas as escolas do Estado, sejam públicas ou privadas, por tempo indeterminado.

Em comunicado transmitido pelas suas redes sociais, Zema informou que o fechamento de estabelecimentos comerciais, com exceção dos considerados essenciais, serão válidos para todos os 853 municípios mineiros. “Com esse decreto de calamidade pública, passo a ter condições de tomar medida para todo o Estado e passo, então, a me sobrepor aos prefeitos”, explicou o governador. O decreto foi enviado para a Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), mas, segundo o governador, ele já entra em vigor em situação excepcional. Segundo o governador, os fechamentos determinados nesta sexta-feira (20) tem prazo para vigorar até 10 de abril, mas podem ser prorrogados caso necessário.

Zema classificou ainda como “assassinos invisíveis” aqueles que não respeitarem as medidas para o combate ao coronavírus. “Estamos vivendo um momento único, excepcional. Gostemos ou não de mudar nossa vida. Não sabemos se (essa situação) vai durar mais 20 dias, ou 40, ou 60 dias. Mas ela está acontecendo. Parece que algumas pessoas não tomaram ciência da gravidade da situação. O mundo nunca viveu algo como isso. Nem nossos pais, nem nossos avós passaram por algo assim. A partir de segunda-feira, milhões de pessoas não poderão ir às escolas, lojas, shoppings e comércios. Vamos ter que abir mão de tudo em nome de salvar vidas”, afirmou. Segundo Mateus Simões (Novo), recém-nomeado secretário geral de Estado, a assinatura do decreto de calamidade no Estado só foi possível nesta sexta-feira (20), uma vez que o governo federal não havia decretado situação de emergência. “Precisávamos da autorização federal para que isso fosse feito. A votação de calamidade no Senado (na manhã desta sexta-feira) nos permitiu tomar a medida. O governador determinou, então, a expansão das medidas para todo o Estado”, explicou Simões. No entanto, em outros Estados alguns governadores já haviam tomado medidas como o fechamento de fronteiras e de estabelecimento comerciais. // O Tempo.

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Coronavírus: Anvisa restringe venda da hidroxicloroquina e cloroquina em todo país

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta sexta-feira (20) enquadrar a hidroxicloroquina e cloroquina como medicamentos de controle especial. Segundo informações da Agência a procura por hidroxicloroquina aumentou depois que algumas pesquisas indicaram que o produto pode ser utilizado no tratamento do Sars-Cov-2. Mas não há nenhuma comprovação sobre o benefício da substância no tratamento do novo vírus.

As substâncias estão presentes em medicamentos contra a malária, reumatismo, inflamação nas articulações, lúpus, entre outros. A medida é para evitar que pessoas que não precisam do medicamento provoquem o desabastecimento do mercado. Na quinta (19) a Anvisa informou que os medicamentos que possuem a substância não são recomendados no tratamento da Covid-19. “Apesar de promissores, não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da Covid-19.

Assim, não há recomendação da Anvisa, no momento, para o uso em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação. Ressaltamos que a automedicação pode representar um grave risco à sua saúde.” – Anvisa. Com a nova determinação da Anvisa, os pacientes que já fazem uso de medicamentos com as substâncias poderão continuar utilizando a receita simples para a compra do produto durante o prazo de 30 dias. Na nova categoria, o medicamento só poderá ser entregue mediante receita branca especial em duas vias. Médicos que fazem a prescrição de hidroxicloroquina ou cloroquina já devem começar a utilizar este formato. A venda irregular em farmácias é considerada infração grave. // G1.

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Chega a 22 número de infectados que viajaram com Bolsonaro

Chegou a 22 o número de pessoas que participaram da viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos na semana passada e agora estão com o coronavírus.

Foram confirmados na quinta-feira (19) os resultados positivos do assessor internacional da Presidência, Filipe Martins; do chefe da ajudância de ordens, Major Cid; do diretor do Departamento de Segurança Presidencial, Coronel Suarez; e do chefe do Cerimonial, Carlos França.

Cid, Suarez e França passam o tempo todo muito próximos do presidente. Martins, por sua vez, viajou ao lado do secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, que foi o primeiro membro da comitiva a ter a confirmação da infecção pelo novo coronavírus. Ambos voltaram ao Brasil na madrugada da quarta-feira, 11, no mesmo avião do presidente.

Os quatro estavam em isolamento por terem tido contato com Wajngarten. O primeiro exame de todos deu negativo. A confirmação veio no segundo teste.

Também na quinta foi confirmado que o presidente da Agência Brasileira de Promoção à Exportação (Apex), Almirante Sérgio Segovia, teve teste positivo para a covid-19. Ele também esteve nos EUA com o presidente, não apresenta sintomas e está em isolamento domiciliar.

Os ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também tiveram resultado positivo após a viagem.

Os dois testes de Jair Bolsonaro deram negativo, mas o Ministério da Saúde recomendou que o exame seja refeito na próxima semana. Enquanto isso, a recomendação é para que Bolsonaro siga em “monitoramento”.

No domingo, 15, Bolsonaro quebrou a recomendação de cautela e participou de um ato a favor do governo e com críticas ao Judiciário e ao Legislativo. Ele chegou a apertar a mão de apoiadores em frente ao Palácio do Planalto.

Os 22 contaminados que integraram ou tiveram contato com a comitiva de Bolsonaro nos EUA são os seguintes:

Fabio Wajngarten, secretário de Comunicação da Presidência da República

Nelsinho Trad, senador pelo PTB-MS

Nestor Forster, embaixador e encarregado de negócios do Brasil nos EUA

Karina Kufa, advogada e tesoureira do Aliança pelo Brasil

Sérgio Lima, publicitário e marqueteiro do Aliança pelo Brasil

Samy Liberman, secretário-adjunto de comunicação da Presidência

Alan Coelho de Séllos, chefe do cerimonial do Itamaraty

Quatro integrantes não-identificados da equipe de apoio do voo presidencial aos EUA

Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Marcos Troyjo, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia

Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústria do Estado de Minas Gerais

Daniel Freitas, deputado federal (PSL-SC)

Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI

Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia

Sérgio Segovia, presidente da Apex

Filipe Martins, assessor internacional da Presidência

Major Cid, chefe da ajudância de ordens

Coronel Suarez, diretor do Departamento de Segurança Presidencial

Carlos França, chefe do Cerimonial.

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Coronavírus: OMS reavalia e volta a liberar ibuprofeno no tratamento do Covid-19

A Organização Mundial de Saúde (OMS) voltou atrás nesta quinta-feira (19) e retirou a restrição de uso de medicamentos à base de ibuprofeno no tratamento contr za a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A restrição havia sido anunciada na última terça-feira (17). Apesar disso, o Ministério da Saúde segue recomendando que outros medicamentos sejam usados contra a doença.

Em uma publicação em uma rede social na manhã desta quinta, a pasta afirmou que, “por precaução”, recomenda “a substituição do #ibuprofeno por outros analgésicos.” Segundo o ministério, “é fundamental que a substituição de medicamentos seja feita com recomendação de um profissional de saúde.” A recomendação também consta em uma nota técnica, de 17 de março. Segundo a OMS, a organização “está ciente das preocupações sobre o uso de anti-inflamatórios não esteroidais (isto é, ibuprofeno) para o tratamento da febre em pessoas com Covid-19”. No entanto, entidade afirma que “após uma rápida revisão da literatura [pesquisas científicas], a OMS não está ciente dos dados clínicos ou de base populacional publicados sobre esse tópico”, afirmou a organização, em nota.

“Não temos conhecimento de relatos de efeitos negativos do ibuprofeno, além dos efeitos colaterais conhecidos usuais que limitam seu uso em determinadas populações”, informou a OMS. Segundo a OMS, a conclusão foi tomada após ouvir médicos que tratam pacientes com Covid-19 e após consultas a pesquisas científicas desenvolvidas até o momento sobre a doença. A organização reforça que, com base nas informações disponíveis, não há restrições ao uso de Ibuprofeno no tratamento contra a Covid-19.

Por que havia restrição contra o ibuprofeno?

Na última terça-feira (17), a OMS informou que o mais recomendado em tratamentos contra a Covid-19 era o uso de medicamentos à base de paracetamol. A indicação ocorreu após o ministro da Saúde francês alertar, no sábado (14), contra o uso do ibuprofeno, que é encontrado em anti-inflamatórios. Na semana passada, uma pesquisa científica sugeriu que pacientes com diabetes e hipertensão tratados com ibuprofeno tinham mais riscos de desenvolver quadros severos da doença. Para o infectologista Celso Granato, professor da Unifesp e diretor clínico do grupo Fleury, em São Paulo, a evidência mostrada na pesquisa não era forte o suficiente. “Existem vários outros anti-inflamatórios, antitérmicos – por exemplo, paracetamol – que têm o mesmo efeito e não têm evidência de que têm esse problema”, lembrou Granato. // G1.

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Coronavírus: Artistas entram em alerta com cancelamento de shows e mercado já sente efeitos

Com a velocidade de casos positivos do coronavírus no Brasil e a orientação de se fazer quarentena, o mercado de shows está reavaliando seus contratos e reagendando datas para o segundo semestre e até para 2021, como é o caso de Roberto Carlos. O cantor faria mais uma edição do “Emoções em alto-mar” em Cancun, no México, previsto para outubro, e remarcou para o ano que vem ainda sem uma data certa.

A exemplo do Rei, muitos cantores, bandas e duplas sertanejas estão tentando se adequar às novas normas e apresentações que aconteceriam no próximo fim de semana serão feitas no segundo semestre. O problema é que o entorno dos artistas vem sofrendo um baque, já que muitos músicos, produtores e vendedores de shows só recebem após as apresentações dos artistas ou mais próximo da confirmação das datas.

Nesta quinta-feira, 19, o apresentador e locutor de rodeios, Cuiabano Lima, tem agendada uma reunião com o Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, em Brasília. “Como ficou muito em cima e está confuso esse negócio de voos, vou de carro mesmo e teremos uma conversa e uma vídeoconferência com demais representantes para expor nossa situação e buscar auxílio para a classe”, diz Cuiabano, que irá até o Planalto representando a ABRAPE, Associação Brasileira dos Promotores de Eventos. Com a chegada da doença e a recomendação de não aglomerações, muitos artistas já não sabem quando poderão trabalhar novamente e muitos tiveram datas canceladas. “Bruno e Marrone cancelaram 25 datas e estão tentando remanejar para o segundo semestre”, conta um produtor.

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Urgente: Congresso aprovará projeto de “calamidade pública” de Bolsonaro, contra o coronavírus

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e líderes partidários avançaram nesta quarta-feira na construção do acordo para votar ainda hoje o pedido do governo para decretar calamidade pública. Também foi negociado que a Medida Provisória (MP) do Contribuinte Legal seja votada hoje.

O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) foi escolhido para ser o relator do projeto do decreto legislativo que acolherá o pedido do governo para decretar calamidade. Antes da sessão, Silva se reunirá com o senador Antônio Anastasia (PSD-SP), que será relator do texto no Senado. A ideia é que eles construam um texto a quatro mãos. A expectativa é que a aprovação no Senado também seja feita hoje.

As votações serão simbólicas e ocorrerão com o plenário esvaziado como forma de prevenção contra o avanço do coronavírus. Depois da aprovação na Câmara e no Senado, uma comissão mista será criada no Congresso para monitorar as ações do governo que acompanhará os trabalhos do Poder Executivo durante a crise.

Projeto de “calamidade pública”

O presidente Jair Bolsonaro enviou nesta quarta-feira (18), ao Congresso o pedido para que seja reconhecido o estado de calamidade pública até 31 de dezembro, sob risco de paralisação da máquina pública. O pedido acontece em razão da pandemia do novo coronavírus. A mensagem presidencial foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União. A preocupação do governo é em ampliar recursos para combater o avanço do vírus.

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