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:: ‘Brasil’

Copa 2018: Lesão de Daniel Alves é gravíssima e pode tirá-lo da competição na Rússia

Avaliação a partir de exames preliminares é de que houve lesão no ligamento cruzado de seu joelho direito. Notícia colocou CBF em alerta.

Daniel Alves tem exame marcado para às 9h (de Brasília), mas a sensação dele, de pessoas próximas e da comissão técnica do Brasil é de que a presença em sua terceira Copa do Mundo está sob um risco muito grande. O lateral lesionou o joelho direito na última terça-feira (8), na final da Copa da França pelo PSG, e apesar de ter caminhado ao deixar o gramado inicialmente e até dado volta olímpica, gerou alerta nos minutos seguintes.

Jogadores brasileiros do PSG acreditavam que Daniel Alves estava bem, mas a avaliação a partir de exames preliminares é de que houve lesão no ligamento cruzado de seu joelho direito. A notícia causou surpresa no vestiário e apreensão na comissão de Tite, que já se comunicou com o clube francês via Rodrigo Lasmar, médico do Brasil, mas ainda estuda a melhor estratégia para seguir o caso. Ricardo Rosa, preparador físico, e Rafael Martini, fisioterapeuta, trabalham no PSG e estão convocados pela CBF para o Mundial.

A decepção no vestiário foi grande e abafou a festa pelo terceiro título do ano na noite de Paris. Segundo pessoas próximas, até o médico do clube se mostrou abalado em dar a notícia do exame preliminar para Daniel Alves, que completou 35 anos nesta semana. A reação do jogador, que conquistou o 38º título da carreira nesta quarta, foi de muita força. Apesar do clima geral, ele adotou uma “postura de capitão”, transmitiu uma mensagem positiva aos colegas, ainda que ciente da condição do joelho direito.

Só nesta quarta, porém, é que poderá se confirmar esse diagnóstico inicial, que pode tirar Daniel Alves da Copa mesmo que a lesão não seja das mais graves, como ruptura de ligamento cruzado. Tudo porque o tempo é curto: a convocação de Tite é na próxima segunda (14), a apresentação na semana seguinte (21) e a estreia na Rússia dentro de 40 dias – o Brasil pega a Suíça dia 17 de junho.

Bombeiro perde voo e tem surto violento no Aeroporto de Brasília; veja vídeo

Um sargento do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) acabou sendo preso após protagonizar um surto violento no Aeroporto de Brasília,

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nesta segunda-feira (7). O episódio aconteceu depois que o militar perdeu um voo para Porto Seguro, na Bahia – o que o deixou completamente descontrolado. Fonte: IG

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Presidente Michel Temer confirma que vai visitar Conquista em junho, diz João Santana

O pré-candidato ao governo do Estado pelo MDB, João Santana,

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afirmou nesta terça-feira (8) que o presidente Michel Temer disse ser “entusiasta” de sua candidatura, durante reunião entre os dois ocorrida na segunda à noite (7), em Brasília. “Foi uma reunião muito boa, de três horas. Ele foi um incentivador da minha candidatura e prometeu me ajudar, na medida do possível”, relatou, em entrevista ao Bahia Notícias. No encontro, que teve a presença de pré-candidatos ao governo do partido em outros estados, Temer prometeu também vir para Vitória da Conquista, em junho. “O presidente vem vistoriar algumas obras federais na cidade. Ele ficou de vir até o dia 10 de junho, mas agenda de presidente a gente sabe como é. Então, ainda não dá para confirmar nada”, disse o emedebista. Na cidade, o presidente visitará obras como a do aeroporto, a da Avenida José Pedral Sampaio e na BR-116. Sobre a montagem da chapa majoritária, o pré-candidato adiantou que pensou em um nome específico para uma vaga no Senado, apesar de ainda não ter feito o convite. Ele não quis revelar quem, mas adiantou que a pessoa tem ligações antigas com o MDB e que, com a indicação dela, prestigiaria uma região no interior do estado. Em relação às conversas com outras siglas, afirmou que elas estão se encaminhando para o fim, sem citar, no entanto, com quais delas. “Como viajei esses dias, deixei um grupo encaminhar e até ultimar as conversas”, revelou.

(Blog do Rodrigo Ferraz)

Tragédia: Identificados os três mortos em desastre na BR-116, trecho de Teófilo Otoni

O acidente, que envolveu três veículos, ocorreu por volta das 10 horas da manhã. Vítimas são da região de Jenipapo, no norte de Minas Gerais.

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A professora Maria Aparecida Rodrigues, de 46 anos, que lecionava em uma escola estadual na cidade de Jenipapo de Minas, no Vale do Jequitinhonha, é a terceira vítima de um grave acidente que ocorreu na manhã desta segunda-feira (7) na BR-116, a cerca de 8 quilômetros de Teófilo Otoni. Ela era passageira da caminhonete Hilux, conduzida por Domingos de Oliveira Santos, de 48, proprietário de um trailer de lanches em Araçuaí, onde residia com a família. A professora chegou a ser socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Teófilo Otoni, mas não resistiu. O outro passageiro da caminhonete, Cássio Sales do Carmo, de 24 anos, morreu no local, juntamente com o comerciante.

O acidente, que envolveu três veículos, ocorreu por volta das 10 horas da manhã. Segundo o Corpo de Bombeiros, um caminhão caçamba, que seguia de Teófilo Otoni para Itaobim, foi atingido por um Ford Ka que transitava na mesma pista, mas não conseguiu realizar uma ultrapassagem e bateu na traseira do veículo de carga, que invadiu a pista contrária e colidiu frontalmente contra a caminhonete Hilux, conduzida pelo comerciante Domingos de Oliveira. Os motoristas do caminhão e do Ford Ka passaram pelo teste de etilômetro, sendo que o condutor do Ford Ka, Sávio Chaves Murta, de 60 anos, residente em Teófilo Otoni, apresentou presença de álcool no sangue. Ele teve ferimentos leves e foi levado para um hospital.

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Delegado da PF é morto a tiros e facadas após aniversário da filha

Segundo informações da polícia, Davi teria reagido e confrontado os assaltantes.

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O delegado Davi Aragão, chefe da Delegacia de Repreensão aos Crimes Fazendários da Polícia Federal, foi assassinado no Maranhão na noite de ontem (5). O agente foi vítima de um latrocínio, nome dado ao crime caracterizado por roubo seguido de morte.

De acordo com a Superintendência Regional da PF no Maranhão, Aragão comemorava com familiares e amigos o aniversário de cinco anos de uma das filhas.

Três suspeitos a residência do delegado. A casa dele ficava na Praia do Meio, bairro de Araçagi, no município de São José do Ribamar – a cerca de 30 quilômetros da capital maranhense, São Luís.

Segundo informações da polícia, Davi teria reagido e confrontado os assaltantes ao perceber a manifestação. Os homens estavam armados com facas e uma pistola. Mesmo ferindo um dos assaltantes, o delegado foi esfaqueado e foi atingido com três tiros na região do peito e da barriga.

Demora no diagnóstico de câncer leva à mastectomia em 70% dos casos

Woman with a pink breast cancer awareness ribbon

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) alerta que em 70% dos casos de câncer de mama diagnosticados no país a mulher passa por uma mastectomia (remoção total da mama).

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O principal motivo é que a doença é identificada em estágio avançado.

Para a sociedade, esse índice está ligado à dificuldade do diagnóstico precoce e demora ao acesso a consultas, exames, biópsia e tratamento. Pesquisas internacionais apontam que se o tumor é descoberto logo no início – com menos de 2 centímetros – as chances de cura podem chegar a 95%, conforme a sociedade.

“Isso é um problema muito ligado à questão econômica com dois problemas básicos: a disponibilidade dos recursos, dos exames, a qualidade dos equipamentos e dos resultados. A limitação do acesso é um problema muito sério no nosso país, as mulheres no SUS [Sistema Único de Saúde] passam por uma verdadeira ‘via crucis’ que é conseguir consulta num posto de saúde, conseguir um pedido de exame e depois realizá-lo. Com o diagnóstico tardio, a agressividade do tratamento é maior”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Antônio Frasson.

Para Frasson, a queda na busca pelos exames está relacionada também ao fato de muitos brasileiros estarem sem emprego ou terem perdido a cobertura de plano de saúde.

“Quando a gente observa o número de mulheres que vem fazendo exames, esse número, em vez de aumentar, vem caindo. Isso é muito ligado à questão econômica, questão da falta de recursos, estamos falando isso no sistema público e no sistema privado. Com a crise, muita gente perdeu o acesso, o convênio”.

De acordo com o Ministério da Saúde, estados e municípios têm autonomia para organizar a rede de atendimento “e o tempo para realizar diagnóstico depende da organização e regulação desses serviços”. “Em 2017, foram realizados no SUS 4,04 milhões de mamografias de rastreamento, sendo 2,6 milhões na faixa etária prioritária preconizada pela Organização Mundial da Saúde, que são mulheres de 50 a 69 anos. Além disso, também houve aumento de 100% dos valores repassados para exames essenciais para o diagnóstico e para a decisão médica do tratamento dessa doença”. Conforme a pasta, o repasse de recursos federais para tratamento passou de R$ 2,2 bilhões em 2010 para R$ 4,6 bilhões em 2017.

Cirurgias menos invasivas

Com intuito de preservar as mamas, médicos têm adotado técnicas que permitem, por meio de um acesso pequeno (pela borda da aréola e mamilo ou pelo sulco mamário) fazer a retirada dos tumores, com menor risco de complicações e melhores resultados estéticos.

De acordo com o mastologista, incisões escondidas podem ser feitas na retirada total da mama ou quando é retirado somente o tumor com margem livre. Esse tipo de cirurgia evita que a mulher tenha o estigma de uma cirurgia radical, com cicatrizes no meio do seio.

“A pessoa faz cirurgia, e pode fazer radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia. A associação das múltiplas terapias faz com que um tratamento exclusivo seja menos utilizado e isso ajuda muito no avanço das técnicas cirúrgicas, fazendo com que o tratamento cirúrgico passe praticamente desapercebido”.

Durante a Jornada Brasileira de Oncoplástica, ocorrida em São Paulo no mês passado, profissionais da área focaram na qualificação de técnicas cirúrgicas de reconstrução mamária. “Durante o evento, especialistas internacionais e nacionais realizaram as cirurgias em um hospital e as imagens foram transmitidas ao vivo para uma plateia de médicos que puderam participar discutindo as melhores opções”, disse Frasson.

A dona de casa Ruth Pereira Waiteman foi uma das pacientes. Há dois anos, ela passou pela mastectomia da mama esquerda, em seguida, colocou a prótese, fez quimioterapia e radioterapia. Após a retirada, surgiram nódulos na mama direta, o que a levou a retirar a glândula mamária direita. A reconstrução das duas mamas, segundo ela, foi um presente de aniversário, ao ter sido feita no dia 20 de abril, quando completou 65 anos. “Fiz a reconstrução porque acho que ainda me sinto nova, sou ativa e isso fez muito bem. Não é totalmente pela estética, mas é pelo meu conforto e meu bem-estar. Sinto que fechei um ciclo, foi um presente”

Acelerar e frear o tempo todo faz o carro gastar mais? Entenda

Motoristas que alteram muito a velocidade do carro podem ter um consumo de combustível até 75% maior do que quem dirige sem acelerar e desacelerar o tempo todo.

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A conclusão é de pesquisa da startup de gestão de frotas brasileira Cobli, que analisou dados coletados de veículos leves e pesados que rodaram por 340 mil quilômetros.

Segundo o estudo, 95% da variação do consumo de combustível observada entre os carros foi explicada pela condução inadequada dos motoristas, que alternam muito a aceleração de seus veículos.

Para economizar, o comportamento do motorista deve se aproximar o máximo possível do de um piloto automático, que mantém aceleração constante, com poucas intervenções, afirma Rodrigo Mourad, sócio da empresa.

Em modelos leves (carros de passeio e utilitários esportivos), o consumo de combustível é entre 30% e 50% maior nos veículos em que a velocidade varia muito. Já nos ônibus e caminhões), o gasto é de 40% a 75% maior.

Tentar manter o velocímetro constante, então, não só aumenta a segurança nas estradas como diminuiria a emissão de gás carbônico, afirma o engenheiro de software da Cobli Fernando Stefanini. Com informações da Folhapress.

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Motoristas que alteram muito a velocidade do carro podem ter um consumo de combustível até 75% maior do que quem dirige sem acelerar e desacelerar o tempo todo.

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A conclusão é de pesquisa da startup de gestão de frotas brasileira Cobli, que analisou dados coletados de veículos leves e pesados que rodaram por 340 mil quilômetros.

Segundo o estudo, 95% da variação do consumo de combustível observada entre os carros foi explicada pela condução inadequada dos motoristas, que alternam muito a aceleração de seus veículos.

Para economizar, o comportamento do motorista deve se aproximar o máximo possível do de um piloto automático, que mantém aceleração constante, com poucas intervenções, afirma Rodrigo Mourad, sócio da empresa.

Em modelos leves (carros de passeio e utilitários esportivos), o consumo de combustível é entre 30% e 50% maior nos veículos em que a velocidade varia muito. Já nos ônibus e caminhões), o gasto é de 40% a 75% maior.

Tentar manter o velocímetro constante, então, não só aumenta a segurança nas estradas como diminuiria a emissão de gás carbônico, afirma o engenheiro de software da Cobli Fernando Stefanini. Com informações da Folhapress.

Brasil: Presos podem receber 13º, férias e FGTS se projeto de lei for aprovado em Brasília

O deputado federal Glauber Braga(PSOL-RJ) apresentou um projetode lei polêmico na Câmara que promete dar o que falar.

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Ele sugere que todos os presidiários que trabalham na prisão recebam um salário mínimo por mês, o equivalente a R$ 954. Mas não só isso. Braga propõe enquadrar detentos que executam algum tipo de trabalho em estabelecimentos prisionais às regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), com jornada e horários de trabalho definidos.

Na prática, isso significa que os presos terão direito aos mesmos benefícios dos demais trabalhadores comuns, como férias13º salário, Fundo de Garantia (FGTS) e até reajuste salarial anual. Com uma diferença: os trabalhadores comuns não cometeram crime algum.

O projeto de lei de nº 10.142, protocolado pelo parlamentar no último dia 26 de abril, altera os artigos 28 e 29 da Lei de Execução Penal, que passam a ter a seguinte redação: “o trabalho do preso está sujeito ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho” e “o trabalho do preso será remunerado, mediante prévia tabela, não podendo ser inferior ao salário mínimo”.

Hoje, os detentos dos regimes fechado e semiaberto têm direito ao benefício da remição da pena por meio do trabalho: a cada três dias de trabalho, um dia da pena é reduzido. Esse é um direito contemplado na Lei da Execução Penal que visa contribuir na ressocialização do preso, abreviando o tempo de reclusão imposto pela Justiça e ocupando a mente do presidiário com um ofício.

A lei autoriza ainda o pagamento de uma remuneração pelo trabalho exercido que não pode ser inferior a três quartos do salário mínimo. Braga alega que não é isso que acontece hoje. O deputado cita dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias que indicam que “75% dos presos envolvidos em atividades laborais até novembro de 2016 recebia remuneração inferior a três quartos do salário mínimo ou não recebia salário algum”.

“Tais disposições tomam o apenado como mão de obra inferior e mais barata, contrariando frontalmente a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que consagra em seu artigo 5º, caput, serem todos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, e, em seu artigo 7º, inciso IV, ser direito dos trabalhadores urbanos e rurais salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”, escreveu Braga na justificativa do projeto de lei.

A proposta está apenas no seu início. Precisa passar por análise das comissões internas da Câmara para só depois ser votada em plenário. Depois, segue ainda para o Senado Federal.

Fonte: Tribuna

Mulheres que comem muito fast food podem ter mais dificuldades em engravidar, diz pesquisa

Mulheres que comem fast food com regularidade e deixam de lado o consumo de frutas têm maior probabilidade de desenvolver dificuldades para engravidar, segundo um estudo recém-publicado no periódico “Human Reproduction”. A conclusão é de que uma dieta nutritiva aumenta a capacidade reprodutiva. Uma pesquisa com 5.598 mulheres identificou que as que se alimentam de fast food quatro ou mais vezes por semana tendiam a demorar quase um mês a mais para engravidar do que as que comiam raramente ou nunca. É importante ressaltar, porém, que o estudo tem limitações: foi baseado na lembrança do que as mulheres entrevistadas (de Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido e Irlanda) comeram antes de no mês anterior ao início de suas gestações dos primeiros filhos. Parteiras visitaram as entrevistadas entre a 14ª e a 16ª semanas de gravidez e perguntaram a elas a frequência com que comiam frutas, vegetais verdes e peixe – e também hambúrgueres, pizzas, frangos e batatas fritas e outras refeições de lanchonetes fast food.

Os pesquisadores descobriram que as mulheres que haviam comido fruta menos do que uma a três vezes em um mês levava, em média, um mês adicional para engravidar do que as que tinham o hábito de ingerir frutas três ou mais vezes por dia. Avaliando as chances de as mulheres não engravidarem no período de um ano, os pesquisadores identificaram que, na média geral, essa possibilidade era de 8% entre as entrevistadas. Mas essa porcentagem subia para 12% entre as mulheres que comiam poucas frutas e 16% das que consumiam fast food excessivamente (quatro ou mais vezes por semana). “Os resultados mostram que uma dieta de qualidade, com muitas frutas e mínimo consumo de fast food, melhora a fertilidade e reduz o tempo de se engravidar”, afirmou Claire Roberts, líder do estudo e professora da Universidade de Adelaide, na Austrália.