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:: ‘Mundo’

Combate ao Coronavírus: empresa chinesa cancela compra de 600 respiradores contratados para a Bahia e o Ceará

A compra de 600 respiradores artificiais pelo Consórcio Nordeste, grupo que reúne os nove governadores do Nordeste Brasileiro, foi cancelada pela empresa chinesa que produz o equipamento. O material seria distribuído entre a Bahia, que receberia 400 unidades, e o Ceará, que ficaria com os outros 200. O valor do contrato era de R$ 42 milhões. “A operação de compra dos respiradores foi cancelada unilateralmente pelo vendedor. Nesse momento, estamos buscando novos fornecedores”, informou a assessoria da Casa Civil do Governo do Estado da Bahia. Segundo o órgão, a empresa não deu explicações sobre o motivo do cancelamento. Na última quarta-feira (1º), o governador da Bahia, Rui Costa, queixou-se do comportamento de alguns fornecedores de insumos para o combate ao coronavírus durante uma live. “Não temos ainda todos os equipamentos. Compramos, mas algumas compras foram canceladas pelo fornecedor, outras adiadas e outras com data marcada”, afirmou. Rui Costa também criticou os preços praticados por empresas de produtos médicos. Ele usou como exemplo os termômetros digitais infravermelhos, utilizados para medir a temperatura corporal em locais como aeroportos. Segundo o governador, o produto custava R$ 160 três semanas antes. No momento de sua declaração, estava sendo vendido a R$ 650.

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Horror: Enfermeiro mata a namorada médica. “Ela me passou coronavírus”, justificou

O enfermeiro Antonio De Pace, de 28 anos, assumiu ter matado a própria namorada, a médica recém-formada, Lorena Quaranta, de 27, na Itália. De acordo com uma publicação do Daily Mail, o crime aconteceu em um apartamento e o homem ligou para as autoridades logo na sequência. Ele ainda tentou se suicidar cortando os pulsos, no entanto, foi socorrido e, ainda atordoado, confessou ter matado a namorada. O crime aconteceu na região de Furci Siculo, que fica na maior ilha do mediterrâneo, na Sicília.

Eles trabalhavam no mesmo hospital em Messina e se dedicavam ao atendimento de infectados pelo coronavírus. Depois do crime, o casal foi testado para a doença, mas os exames não apontaram diagnóstico positivo para o Covid-19. Antes do crime, Lorena chegou a publicar em suas redes sociais um texto sobre a morte de 41 médicos italianos por Covid-19. “Agora, mais do que nunca, precisamos demonstrar responsabilidade e amor pela vida. Vocês devem demonstrar respeito por si mesmos, suas famílias e o país. Vamos ficar todos em casa. Vamos evitar que o próximo adoecer seja um ente querido ou nós mesmos”, escreveu a médica.

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Covid-19: Universidade da China diz que vacina baseada em anticorpos está “muito próxima”

Um grupo de cientistas chineses da Universidade Tsinghua, de Pequim, anunciou nesta quarta-feira (1) que está mais próximo da descoberta de um medicamento capaz de prevenir o covid-19 e também de curar pacientes que já estão com a doença. Segundo os cientistas, o medicamento que está sendo desenvolvido a partir de anticorpos identificados em diversos experimentos, e que foram considerados extremamente eficazes nos tratamentos a pacientes na China.

Um dos membros do grupo que desenvolve o projeto é Zhang Linqi, que em entrevista à agência chinesa Xinhua, que sua equipe isolou 206 anticorpos monoclonais, que “mostraram grande capacidade de se ligar às proteínas do coronavírus”. O cientista também explicou que alguns mostraram resultados melhores que outros, por isso, o trabalho agora está sendo o de identificar quais são os anticorpos mais poderosos, para combiná-los e atenuar o risco de que o vírus sofra mutação. Zhang afirma que, se tudo correr bem, esses anticorpos serão produzidos em massa para testes já nas próximas semanas, primeiro em animais e depois em humanos. O grupo de especialistas fez uma parceria com a empresa de biotecnologia chinesa-estadunidense Brii Biosciences. Segundo o cientista chinês, a previsão é de que o medicamento poderia estar pronto dentro de seis meses.

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Covid-19: Cientistas descobrem que maioria dos infectados tem deficiência de Vitamina “D”

A vitamina D pode ter um papel importante no tratamento e prevenção da Covid-19, sugere um estudo da Universidade de Turim divulgado nesta quinta-feira (26), que analisou a relação entre a deficiência deste nutriente no corpo e o novo coronavírus. Coordenado pelo professor Giancarlo Isaia, docente em geriatria e presidente da Academia de Medicina da cidade italiana, e por Enzo Medico, professor de histologia (estudo de tecidos), a pesquisa mostrou que “dados preliminares coletados nos últimos dias em Turim indicam que os pacientes com a Covid-19 apresentam uma prevalência muita alta de deficiência de vitamina D”.

Os dados apurados na pesquisa, segundo os dois especialistas, mostraram que a vitamina D tem papel ativo na regulação do sistema imunológico. Outras evidências indicam que o composto tem um efeito “na redução do risco de infecções respiratórias de origem viral, inclusive na do coronavírus”. O elemento também teria capacidade de combater danos pulmonares causados por inflamações. Ter vitamina D suficiente no organismo também “pode ser necessário para determinar uma maior resistência às infecções de covid-19, (possibilidade) que, apesar de haver menos evidências científicas, pode ser considerada verossímil”, escrevem os pesquisadores. A falta da molécula no organismo é ainda frequentemente associada a diversas doenças crônicas que podem reduzir a expectativa de vida em idosos, “tanto mais no caso de infecções da covid-19”.

Na Itália, a falta de vitamina D afeta grande parte dos habitantes, especialmente os mais idosos, cujo país tem a segunda maior população do mundo, depois do Japão. Os mais velhos fazem ainda parte do grupo de risco do novo coronavírus. Fortemente a atingida pela pandemia, a Itália já registrou o maior número de mortes do mundo em decorrência da covid-19, mais de 8,2 mil. Isaia e Medico já submeteram o documento com dados da pesquisa à Academia de Medicina de Turim. No texto, eles recomendam aos médicos que, associada a outras medidas, eles garantam “níveis adequados” de vitamina D na população, “mas sobretudo em pacientes já contagiados, seus familiares, agentes de saúde, idosos frágeis, no público de residências assistenciais, em pessoas em regime de isolamento e em todos aqueles que, por vários motivos, não se expõe adequadamente à luz solar”. Além disso, os autores dizem que a administração intravenosa da forma ativa da vitamina D, o Calcitriol, também pode ser considerada em pacientes da doença respiratória covid-19, causada pelo coronavírus, com funções respiratórias particularmente comprometidas. Eles lembram ainda que a carência pode ser compensada, antes de tudo, com exposição das pessoas à luz solar pelo maior tempo possível, “em varandas e terraços, além de ingerir alimentos ricos em vitamina D e tomando preparados farmacêuticos especiais – mas sempre após consulta médica”. // Deutsche Welle.

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Covid-19: Ministério da Saúde começa a contabilizar curados no Brasil. No mundo são 113 mil

Os números não param. E a cada dia também cresce o número de curados do Covid-19 em todo o mundo. Até às 16 horas da tarde desta quarta-feira, 25, mais de 113 mil pessoas haviam sido curadas. Os dados são do monitoramento em tempo real conduzido pela Universidade Johns Hopkins. A província de Hubei, na China, local onde indicam que o coronavírus surgiu, aparecia em primeiro com 60.811 altas, o maior número registrado. Em seguida, Irã com 9.625 e Itália com 9.632.

O mesmo gráfico indicava, no mesmo horário, 454.398 casos confirmados de coronavírus, sendo que China e Itália apareciam no topo da tabela, com 81.661 e 74.386 pessoas infectadas respectivamente. Além disso, o acompanhamento constava 20.550 mortes causadas pela doença. Sendo 7.503 mortes na Itália e 3.434 na Espanha. O Brasil aparecia na 19ª posição, com 2.274 casos confirmados, 47 mortes e 2 curados. Até o momento, o Ministério da Saúde não havia divulgado atualização dos dados oficiais do Governo Federal.

Di Ferrero, Tom Hanks e esposa se curaram após 15 dias de isolamento

Paraíba confirma 3 curados oficiais

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros revelou nesta quarta-feira (25), uma informação que serve de alento aos paraibanos em meio a todo o temor por conta do novo coronavírus. É que é até a manhã desta quarta-feira (25), o Estado da Paraíba confirmou três casos de coronavírus após o resultado de exames e os três já estão curados e foram tratados em casa. “Nós temos três casos confirmados no Estado da Paraíba. Todos eles foram tratados em casa e já terminaram o seu período de isolamento domiciliar e estão curados”, revelou Geraldo Medeiros.

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Takis / Evvivax anuncia atividade de pesquisa para o desenvolvimento de uma vacina contra o Wuhan Coronavirus 2019-nCoV

Para mais informações, consulte o comunicado de imprensa da Takis e Evvivax

Roma, 27 de janeiro de 2020 – Takis e Evvivax, duas empresas de biotecnologia presentes no parque científico de Castel Romano, Roma, anunciam seu compromisso com o desenvolvimento de vacinas inovadoras contra 2019-nCoV, o novo coronavírus originário de Wuhan, na China. Até o momento, o vírus causou 81 mortes e mais de 2.800 infecções conhecidas e está se expandindo rapidamente em vários países.

“Esta é uma emergência mundial para a qual os pesquisadores da Takis podem e devem contribuir” – diz Luigi Aurisicchio, CEO / CSO das duas empresas – “Vamos disponibilizar imediatamente nossas habilidades adquiridas no desenvolvimento de vacinas contra o câncer e outras doenças infecciosas para combater a propagação deste coronavírus “.

“Para obter anticorpos capazes de neutralizar patógenos, é essencial usar tecnologias particularmente eficazes. Em Takis, graças à vacinação genética, geramos dezenas de anticorpos capazes de neutralizar vírus e bactérias patogênicas “- continua Giuseppe Roscilli, diretor da área de anticorpos”. Em vários estudos clínicos realizados na Itália e nos EUA, nossas vacinas veterinárias induziram uma poderosa resposta imune e prolongou a sobrevivência de cães com câncer, que como nós, humanos, desenvolvemos com alta frequência. Mesmo contra zoonoses, isto é, doenças infecciosas transmitidas de animais para humanos e vice-versa, podemos usar o mesmo tipo de abordagem. “- declara a Dra. Antonella Conforti, diretora da Evvivax.

Takis e Evvivax desenvolveram vacinas baseadas em tecnologias genéticas capazes de induzir respostas imunes poderosas. “Nossas tecnologias são baseadas em técnicas de engenharia genética e no uso de vírus e fragmentos de DNA que podem ser usados ​​tanto para terapia genética quanto para vacinação” – diz Emanuele Marra, diretora da área de doenças infecciosas de Takis.

“Graças à experiência de nossos cientistas, Takis e Evvivax são tecnologicamente competitivos em nível internacional e podem contribuir para essa emergência de saúde com os recursos internos atualmente disponíveis. No entanto, a pesquisa científica exige investimentos importantes e é essencial obter financiamento e / ou colaborações com grandes empresas o mais rápido possível, que nos permitam desenvolver a vacina 2019-nCoV o mais rápido possível. “- conclui Luigi Aurisicchio.

A vacinação genética é, portanto, a base para o desenvolvimento da vacina 2019-nCoV em Takis. “A biologia do coronavírus e a disponibilidade da sequência do genoma de 2019-nCoV são todas as informações que precisamos para o design da vacina. O desenvolvimento dos métodos e a experimentação serão fundamentais para chegar a ensaios clínicos em humanos o mais rápido possível “- diz Fabio Palombo, Área de Imunologia e Vacinas contra o Câncer – Diretor da NeoMatrix. A corrida contra o vírus começou.

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China já vive o “pós-pandemia”: 81 mil casos desceram para 7 mil, confirma OMS

Na sexta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades chinesas anunciaram que, pela primeira vez desde dezembro, a cidade de Wuhan, epicentro da pandemia de covid-19, não registrou nenhum caso da doença em 24 horas. Aos poucos, a China respira cada vez mais aliviada e vislumbra a vida pós-coronavírus. Em quatro meses, o covid-19 deu a volta ao mundo, infectou mais de 250 mil pessoas e matou cerca de 10 mil.

“Não houve mais casos em Wuhan nas últimas 24 horas”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, na sexta-feira. “A cidade dá esperanças ao restante do mundo de que mesmo as situações mais extremas podem ser superadas.” Após 81 mil casos de covid-19 na China, menos de 7 mil permanecem doentes. Na sexta-feira, o país registrou poucos novos registros, a maioria de pessoas que vieram de outros países – e apenas três mortes, o menor número desde que as autoridades começaram a divulgar os dados, em janeiro.

Com isso, na semana passada, o último hospital temporário montado em Wuhan foi fechado e a Apple anunciou a reabertura de todas as suas 42 lojas no país. Aos poucos, bares e restaurantes vão reabrindo em Xangai, especialmente no Bund, à beira do Rio Huangpu, zona boêmia da cidade. Em Pequim, o trânsito volta lentamente ao caos habitual e, em breve, o ar da capital ficará irrespirável de novo. Para Fausto Godoy, que foi embaixador do Brasil em países da Ásia e é coordenador do Núcleo de Estudos Asiáticos da ESPM, a recuperação chinesa se deve ao comportamento da sociedade. “Governo e população atuaram juntos e isso faz uma diferença brutal”, disse. “Na Ásia, em geral, o ser humano só se realiza em sociedade. Ou seja, temos valor quando agregamos algo à sociedade. Esse é um conceito fundamental para entender a reação dos asiáticos ao coronavírus.”

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Coronavírus: Anvisa quer mais testes antes de liberar hidroxicloroquina contra o Covid-19

Agência brasileira não recomenda ainda o uso do remédio, indicado para malária. Trump pediu rapidez na liberação de remédios contra o novo coronavírus.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou nesta quinta-feira (19) que não tem recomendação para uso de medicamentos que contém hidroxicloroquina e cloroquina no tratamento da Covid-19. A agência afirma que esses medicamentos são registrados para o tratamento da artrite, lupus eritematoso, doenças fotossensíveis e malária.

“Apesar de promissores, não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da COVID-19. Assim, não há recomendação da Anvisa, no momento, para o uso em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação. Ressaltamos que a automedicação pode representar um grave risco à sua saúde.” – Anvisa. Ao menos quatro medicamentos apresentaram resultados positivos – mas ainda preliminares – em pesquisas científicas no tratamento da Covid-19. A cloroquina foi testada em um grupo muito pequeno em Marselha, na França, em 20 pacientes. O vírus desapareceu depois de seis dias. O teste com o kevzara vai começar com pacientes em Nova York e vai ser expandido para 16 lugares. A intenção é estudar a reação em 400 pacientes em estado grave para entender o impacto na febre e falta de ar.

A China prometeu publicar em breve um estudo detalhado do uso do favipiravir, desenvolvido no Japão que, segundo médicos chineses, mostrou resultados promissores em 340 pacientes. O Remdesivir salvou a vida de um paciente com a Covid-19 nos Estados Unidos, segundo o New England Journal of Medicine. Na Universidade de Nebraska, o médico brasileiro André Kalil lidera os testes com essa droga e espera ter um resultado preliminar nos próximos meses. Apesar dos testes trazerem esperança, ainda é muito cedo para saber se esses remédios realmente serão eficazes no tratamento da Covid-19. Os especialistas são unânimes no alerta de que a automedicação pode causar um problema ainda maior do que o próprio coronavírus. “Se simplesmente as pessoas começarem a receber qualquer tipo de medicação, não só vai haver o risco de pessoas morrerem em função das drogas em vez de morrerem em função do vírus, mas também, no final do surto, nós não vamos saber o que funciona e o que não funciona”, explicou Kalil.

Sem estoques

Nos EUA, farmácias independentes e a Sociedade Americana de Farmacêuticos do Sistema de Saúde (ASHP) dizem que os estoques da hidroxicloroquina – droga para tratar malária – estão agora com oferta pequena com o aumento da demanda no meio da propagação do novo coronavírus. O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu nesta quinta-feira aos reguladores de saúde do país para acelerar a aprovação de terapias potenciais com o objetivo de tratar a Covid-19, para a qual ainda não há tratamentos ou vacinas aprovadas. Trump disse que o governo avalia a hidroxicloroquina e o medicamento antiviral exprimental da Gilead Sciences, o Remdesivir, que passa por testes clínicos para a doença respiratória. “Atualmente trabalhamos com quatro distribuidores diferentes e desde hoje temos impossibilidades de encomendar tanto a cloroquina quanto a hidroxicloroquina”, que estão em atraso, disse David Light, chefe executivo da farmácia online Valisure, em um comunicado por e-mail. “Kaletra e losartan estão sendo racionados, o que significa que podemos pedir apenas quantidades limitadas”, acrescentou. Kaletra, medicamento que faz parte do coquetel de tratamento para o HIV e é vendido pela AbbVie, e o genérico para tratamento de pressão arterial losartan também foram considerados com potencial para tratar o vírus, embora investigadores chineses tenham reportado que o Kaletra fracassou em melhorar os resultados para os pacientes da Covid-19 em estado grave. Jeff Bartone, dono da Hock’s Pharmacy em Ohio, disse que conseguiu comprar cinco frascos de hidroxicloquina nesta quinta, mas que em um intervalo de uma hora seu distribuidor já estava sem estoque do medicamento. Ele disse ter quatro fornecedores reserva mas que todos também estavam sem o medicamento. // G1.

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Coronavírus: OMS reavalia e volta a liberar ibuprofeno no tratamento do Covid-19

A Organização Mundial de Saúde (OMS) voltou atrás nesta quinta-feira (19) e retirou a restrição de uso de medicamentos à base de ibuprofeno no tratamento contr za a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A restrição havia sido anunciada na última terça-feira (17). Apesar disso, o Ministério da Saúde segue recomendando que outros medicamentos sejam usados contra a doença.

Em uma publicação em uma rede social na manhã desta quinta, a pasta afirmou que, “por precaução”, recomenda “a substituição do #ibuprofeno por outros analgésicos.” Segundo o ministério, “é fundamental que a substituição de medicamentos seja feita com recomendação de um profissional de saúde.” A recomendação também consta em uma nota técnica, de 17 de março. Segundo a OMS, a organização “está ciente das preocupações sobre o uso de anti-inflamatórios não esteroidais (isto é, ibuprofeno) para o tratamento da febre em pessoas com Covid-19”. No entanto, entidade afirma que “após uma rápida revisão da literatura [pesquisas científicas], a OMS não está ciente dos dados clínicos ou de base populacional publicados sobre esse tópico”, afirmou a organização, em nota.

“Não temos conhecimento de relatos de efeitos negativos do ibuprofeno, além dos efeitos colaterais conhecidos usuais que limitam seu uso em determinadas populações”, informou a OMS. Segundo a OMS, a conclusão foi tomada após ouvir médicos que tratam pacientes com Covid-19 e após consultas a pesquisas científicas desenvolvidas até o momento sobre a doença. A organização reforça que, com base nas informações disponíveis, não há restrições ao uso de Ibuprofeno no tratamento contra a Covid-19.

Por que havia restrição contra o ibuprofeno?

Na última terça-feira (17), a OMS informou que o mais recomendado em tratamentos contra a Covid-19 era o uso de medicamentos à base de paracetamol. A indicação ocorreu após o ministro da Saúde francês alertar, no sábado (14), contra o uso do ibuprofeno, que é encontrado em anti-inflamatórios. Na semana passada, uma pesquisa científica sugeriu que pacientes com diabetes e hipertensão tratados com ibuprofeno tinham mais riscos de desenvolver quadros severos da doença. Para o infectologista Celso Granato, professor da Unifesp e diretor clínico do grupo Fleury, em São Paulo, a evidência mostrada na pesquisa não era forte o suficiente. “Existem vários outros anti-inflamatórios, antitérmicos – por exemplo, paracetamol – que têm o mesmo efeito e não têm evidência de que têm esse problema”, lembrou Granato. // G1.

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Coronavírus: China consegue “zerar” transmissão dentro do país e monitora casos “importados”

A China anunciou nesta quinta-feira (19) que nas últimas 24 horas não registrou qualquer novo caso de Covid-19, mas verificou 34 casos de infectados que vieram do exterior. Trata-se da primeira jornada sem casos locais de contaminação desde que as autoridades locais definiram, em janeiro, os critérios de contagem.

Segundo a Comissão Nacional de Saúde, estes 34 casos “importados” constituem o maior aumento diário em duas semanas. A Comissão também informou oito óbitos nas últimas 24 horas de pacientes do coronavírus, o que elevou o total de vítimas fatais na China continental a 3.245. Os números revelam que a epidemia parece estar sob controle na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei e onde a Covid-19 foi inicialmente identificada, em dezembro de 2019. O boletim revela ainda que apenas 7.263 pacientes permanecem internados na China devido ao Covid-19, que infectou mais de 81 mil pessoas no país.

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