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:: ‘Mundo’

Takis / Evvivax anuncia atividade de pesquisa para o desenvolvimento de uma vacina contra o Wuhan Coronavirus 2019-nCoV

Para mais informações, consulte o comunicado de imprensa da Takis e Evvivax

Roma, 27 de janeiro de 2020 – Takis e Evvivax, duas empresas de biotecnologia presentes no parque científico de Castel Romano, Roma, anunciam seu compromisso com o desenvolvimento de vacinas inovadoras contra 2019-nCoV, o novo coronavírus originário de Wuhan, na China. Até o momento, o vírus causou 81 mortes e mais de 2.800 infecções conhecidas e está se expandindo rapidamente em vários países.

“Esta é uma emergência mundial para a qual os pesquisadores da Takis podem e devem contribuir” – diz Luigi Aurisicchio, CEO / CSO das duas empresas – “Vamos disponibilizar imediatamente nossas habilidades adquiridas no desenvolvimento de vacinas contra o câncer e outras doenças infecciosas para combater a propagação deste coronavírus “.

“Para obter anticorpos capazes de neutralizar patógenos, é essencial usar tecnologias particularmente eficazes. Em Takis, graças à vacinação genética, geramos dezenas de anticorpos capazes de neutralizar vírus e bactérias patogênicas “- continua Giuseppe Roscilli, diretor da área de anticorpos”. Em vários estudos clínicos realizados na Itália e nos EUA, nossas vacinas veterinárias induziram uma poderosa resposta imune e prolongou a sobrevivência de cães com câncer, que como nós, humanos, desenvolvemos com alta frequência. Mesmo contra zoonoses, isto é, doenças infecciosas transmitidas de animais para humanos e vice-versa, podemos usar o mesmo tipo de abordagem. “- declara a Dra. Antonella Conforti, diretora da Evvivax.

Takis e Evvivax desenvolveram vacinas baseadas em tecnologias genéticas capazes de induzir respostas imunes poderosas. “Nossas tecnologias são baseadas em técnicas de engenharia genética e no uso de vírus e fragmentos de DNA que podem ser usados ​​tanto para terapia genética quanto para vacinação” – diz Emanuele Marra, diretora da área de doenças infecciosas de Takis.

“Graças à experiência de nossos cientistas, Takis e Evvivax são tecnologicamente competitivos em nível internacional e podem contribuir para essa emergência de saúde com os recursos internos atualmente disponíveis. No entanto, a pesquisa científica exige investimentos importantes e é essencial obter financiamento e / ou colaborações com grandes empresas o mais rápido possível, que nos permitam desenvolver a vacina 2019-nCoV o mais rápido possível. “- conclui Luigi Aurisicchio.

A vacinação genética é, portanto, a base para o desenvolvimento da vacina 2019-nCoV em Takis. “A biologia do coronavírus e a disponibilidade da sequência do genoma de 2019-nCoV são todas as informações que precisamos para o design da vacina. O desenvolvimento dos métodos e a experimentação serão fundamentais para chegar a ensaios clínicos em humanos o mais rápido possível “- diz Fabio Palombo, Área de Imunologia e Vacinas contra o Câncer – Diretor da NeoMatrix. A corrida contra o vírus começou.

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China já vive o “pós-pandemia”: 81 mil casos desceram para 7 mil, confirma OMS

Na sexta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades chinesas anunciaram que, pela primeira vez desde dezembro, a cidade de Wuhan, epicentro da pandemia de covid-19, não registrou nenhum caso da doença em 24 horas. Aos poucos, a China respira cada vez mais aliviada e vislumbra a vida pós-coronavírus. Em quatro meses, o covid-19 deu a volta ao mundo, infectou mais de 250 mil pessoas e matou cerca de 10 mil.

“Não houve mais casos em Wuhan nas últimas 24 horas”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, na sexta-feira. “A cidade dá esperanças ao restante do mundo de que mesmo as situações mais extremas podem ser superadas.” Após 81 mil casos de covid-19 na China, menos de 7 mil permanecem doentes. Na sexta-feira, o país registrou poucos novos registros, a maioria de pessoas que vieram de outros países – e apenas três mortes, o menor número desde que as autoridades começaram a divulgar os dados, em janeiro.

Com isso, na semana passada, o último hospital temporário montado em Wuhan foi fechado e a Apple anunciou a reabertura de todas as suas 42 lojas no país. Aos poucos, bares e restaurantes vão reabrindo em Xangai, especialmente no Bund, à beira do Rio Huangpu, zona boêmia da cidade. Em Pequim, o trânsito volta lentamente ao caos habitual e, em breve, o ar da capital ficará irrespirável de novo. Para Fausto Godoy, que foi embaixador do Brasil em países da Ásia e é coordenador do Núcleo de Estudos Asiáticos da ESPM, a recuperação chinesa se deve ao comportamento da sociedade. “Governo e população atuaram juntos e isso faz uma diferença brutal”, disse. “Na Ásia, em geral, o ser humano só se realiza em sociedade. Ou seja, temos valor quando agregamos algo à sociedade. Esse é um conceito fundamental para entender a reação dos asiáticos ao coronavírus.”

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Coronavírus: Anvisa quer mais testes antes de liberar hidroxicloroquina contra o Covid-19

Agência brasileira não recomenda ainda o uso do remédio, indicado para malária. Trump pediu rapidez na liberação de remédios contra o novo coronavírus.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou nesta quinta-feira (19) que não tem recomendação para uso de medicamentos que contém hidroxicloroquina e cloroquina no tratamento da Covid-19. A agência afirma que esses medicamentos são registrados para o tratamento da artrite, lupus eritematoso, doenças fotossensíveis e malária.

“Apesar de promissores, não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da COVID-19. Assim, não há recomendação da Anvisa, no momento, para o uso em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação. Ressaltamos que a automedicação pode representar um grave risco à sua saúde.” – Anvisa. Ao menos quatro medicamentos apresentaram resultados positivos – mas ainda preliminares – em pesquisas científicas no tratamento da Covid-19. A cloroquina foi testada em um grupo muito pequeno em Marselha, na França, em 20 pacientes. O vírus desapareceu depois de seis dias. O teste com o kevzara vai começar com pacientes em Nova York e vai ser expandido para 16 lugares. A intenção é estudar a reação em 400 pacientes em estado grave para entender o impacto na febre e falta de ar.

A China prometeu publicar em breve um estudo detalhado do uso do favipiravir, desenvolvido no Japão que, segundo médicos chineses, mostrou resultados promissores em 340 pacientes. O Remdesivir salvou a vida de um paciente com a Covid-19 nos Estados Unidos, segundo o New England Journal of Medicine. Na Universidade de Nebraska, o médico brasileiro André Kalil lidera os testes com essa droga e espera ter um resultado preliminar nos próximos meses. Apesar dos testes trazerem esperança, ainda é muito cedo para saber se esses remédios realmente serão eficazes no tratamento da Covid-19. Os especialistas são unânimes no alerta de que a automedicação pode causar um problema ainda maior do que o próprio coronavírus. “Se simplesmente as pessoas começarem a receber qualquer tipo de medicação, não só vai haver o risco de pessoas morrerem em função das drogas em vez de morrerem em função do vírus, mas também, no final do surto, nós não vamos saber o que funciona e o que não funciona”, explicou Kalil.

Sem estoques

Nos EUA, farmácias independentes e a Sociedade Americana de Farmacêuticos do Sistema de Saúde (ASHP) dizem que os estoques da hidroxicloroquina – droga para tratar malária – estão agora com oferta pequena com o aumento da demanda no meio da propagação do novo coronavírus. O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu nesta quinta-feira aos reguladores de saúde do país para acelerar a aprovação de terapias potenciais com o objetivo de tratar a Covid-19, para a qual ainda não há tratamentos ou vacinas aprovadas. Trump disse que o governo avalia a hidroxicloroquina e o medicamento antiviral exprimental da Gilead Sciences, o Remdesivir, que passa por testes clínicos para a doença respiratória. “Atualmente trabalhamos com quatro distribuidores diferentes e desde hoje temos impossibilidades de encomendar tanto a cloroquina quanto a hidroxicloroquina”, que estão em atraso, disse David Light, chefe executivo da farmácia online Valisure, em um comunicado por e-mail. “Kaletra e losartan estão sendo racionados, o que significa que podemos pedir apenas quantidades limitadas”, acrescentou. Kaletra, medicamento que faz parte do coquetel de tratamento para o HIV e é vendido pela AbbVie, e o genérico para tratamento de pressão arterial losartan também foram considerados com potencial para tratar o vírus, embora investigadores chineses tenham reportado que o Kaletra fracassou em melhorar os resultados para os pacientes da Covid-19 em estado grave. Jeff Bartone, dono da Hock’s Pharmacy em Ohio, disse que conseguiu comprar cinco frascos de hidroxicloquina nesta quinta, mas que em um intervalo de uma hora seu distribuidor já estava sem estoque do medicamento. Ele disse ter quatro fornecedores reserva mas que todos também estavam sem o medicamento. // G1.

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Coronavírus: OMS reavalia e volta a liberar ibuprofeno no tratamento do Covid-19

A Organização Mundial de Saúde (OMS) voltou atrás nesta quinta-feira (19) e retirou a restrição de uso de medicamentos à base de ibuprofeno no tratamento contr za a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A restrição havia sido anunciada na última terça-feira (17). Apesar disso, o Ministério da Saúde segue recomendando que outros medicamentos sejam usados contra a doença.

Em uma publicação em uma rede social na manhã desta quinta, a pasta afirmou que, “por precaução”, recomenda “a substituição do #ibuprofeno por outros analgésicos.” Segundo o ministério, “é fundamental que a substituição de medicamentos seja feita com recomendação de um profissional de saúde.” A recomendação também consta em uma nota técnica, de 17 de março. Segundo a OMS, a organização “está ciente das preocupações sobre o uso de anti-inflamatórios não esteroidais (isto é, ibuprofeno) para o tratamento da febre em pessoas com Covid-19”. No entanto, entidade afirma que “após uma rápida revisão da literatura [pesquisas científicas], a OMS não está ciente dos dados clínicos ou de base populacional publicados sobre esse tópico”, afirmou a organização, em nota.

“Não temos conhecimento de relatos de efeitos negativos do ibuprofeno, além dos efeitos colaterais conhecidos usuais que limitam seu uso em determinadas populações”, informou a OMS. Segundo a OMS, a conclusão foi tomada após ouvir médicos que tratam pacientes com Covid-19 e após consultas a pesquisas científicas desenvolvidas até o momento sobre a doença. A organização reforça que, com base nas informações disponíveis, não há restrições ao uso de Ibuprofeno no tratamento contra a Covid-19.

Por que havia restrição contra o ibuprofeno?

Na última terça-feira (17), a OMS informou que o mais recomendado em tratamentos contra a Covid-19 era o uso de medicamentos à base de paracetamol. A indicação ocorreu após o ministro da Saúde francês alertar, no sábado (14), contra o uso do ibuprofeno, que é encontrado em anti-inflamatórios. Na semana passada, uma pesquisa científica sugeriu que pacientes com diabetes e hipertensão tratados com ibuprofeno tinham mais riscos de desenvolver quadros severos da doença. Para o infectologista Celso Granato, professor da Unifesp e diretor clínico do grupo Fleury, em São Paulo, a evidência mostrada na pesquisa não era forte o suficiente. “Existem vários outros anti-inflamatórios, antitérmicos – por exemplo, paracetamol – que têm o mesmo efeito e não têm evidência de que têm esse problema”, lembrou Granato. // G1.

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Coronavírus: China consegue “zerar” transmissão dentro do país e monitora casos “importados”

A China anunciou nesta quinta-feira (19) que nas últimas 24 horas não registrou qualquer novo caso de Covid-19, mas verificou 34 casos de infectados que vieram do exterior. Trata-se da primeira jornada sem casos locais de contaminação desde que as autoridades locais definiram, em janeiro, os critérios de contagem.

Segundo a Comissão Nacional de Saúde, estes 34 casos “importados” constituem o maior aumento diário em duas semanas. A Comissão também informou oito óbitos nas últimas 24 horas de pacientes do coronavírus, o que elevou o total de vítimas fatais na China continental a 3.245. Os números revelam que a epidemia parece estar sob controle na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei e onde a Covid-19 foi inicialmente identificada, em dezembro de 2019. O boletim revela ainda que apenas 7.263 pacientes permanecem internados na China devido ao Covid-19, que infectou mais de 81 mil pessoas no país.

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Coronavírus: OMS relaciona 41 projetos para criação da primeira vacina contra o Covid-19

Já existem pelo mundo ao menos 41 iniciativas para criação de uma vacina contra o novo coronavírus, segundo a divisão de desenvolvimento e pesquisa da OMS (Organização Mundial da Saúde). Apenas uma, porém, já chegou ao estágio de testes em humanos e apresenta alguma esperança, ainda que limitada, de chegar a um produto aprovado em menos de dois anos.

A vacina em desenvolvimento mais avançado, criada pela empresa de biotecnologia Moderna em conjunto com os NIH (Institutos Nacionais de Saúde dos EUA), entrou em ensaio clínico de fase 1 (que avalia se não é tóxica ou provoca efeitos colaterais graves), e as ações da empresa já subiram nas bolsas de valores. A estratégia usada para produzir a vacina, porém, é uma aposta ainda incerta, apesar de rápida. Ela consiste no uso de trechos de RNA (material genético do vírus) segmentados em laboratório, que tem o objetivo de precipitar o sistema imune a agir contra o coronavírus. Segundo Jorge Kalil, cientista do Incor (Instituto do Coração) que trabalha no desenvolvimento de imunizantes, a importância da aposta nessa vacina agora é que ela tem baixo risco de toxicidade.

— Quando existe uma uma crise como esta pandemia, as pessoas pensam sempre em fazer vacinas que tenham muita chance de serem seguras para passar rápido pela fase de registro 3 (a última antes de obter registro sanitário)— disse o pesquisador ao GLOBO. Ele alerta porém, que a chance de a nova vacina produzir resposta imune ainda precisa ser comprovada. — Essas abordagens como a do RNA são boas porque são rápidas e seguras, mas não costumam ser suficientemente imunogênicas. Há outros seis centros de pesquisa seguindo estratégia semelhante, correndo o mesmo risco de apostar numa estratégia ainda não validada. Se essa abordagem falhar, iniciativas com métodos tradicionais mais consagrados (e lentos) entram em cena. Um deles é o uso de vírus vivos atenuados.

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Covid-19: China registra única contaminação interna por coronavírus pelo 2º dia consecutivo

As autoridades de saúde da China informaram nesta quarta-feira (18) que, pelo segundo dia consecutivo, registraram apenas uma nova contaminação local por coronavírus, que se soma a 12 casos “importados”. O novo caso de contaminação local ocorreu, como no dia anterior, na cidade de Wuhan (centro), onde a pandemia teve início, no final do ano passado, segundo a Comissão Nacional de Saúde.

O contágio foi reduzido drasticamente na China nas últimas semanas em comparação a meados de fevereiro, quando surgiam milhares de novos infectados a cada dia. A cidade de Wuhan e sua província de Hubei foram isoladas a partir de 23 de janeiro, colocando em quarentena mais de 50 milhões de pessoas. Mas a China agora não esconde que a preocupação é o retorno da epidemia através das pessoas que chegam do exterior, e o país já tem 155 casos “importados”. Ao menos 20 mil pessoas chegam ao país diariamente e Pequim impôs uma quarentena de 14 dias aos passageiros procedentes do exterior, em hotéis preparados para este propósito. O país tem agora 80,9 mil casos registrados, com o total de 3.237 mortes, sendo 11 nas últimas 24 horas. // AFP.

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Covid-19: China autoriza teste em humanos de vacina contra o coronavírus

A China deu o aval para que pesquisadores iniciem testes de segurança em humanos de uma vacina experimental contra o novo coronavírus, em meio à corrida para desenvolver uma imunização contra a Covid-19. Cientistas da Academia de Ciências Médicas Militares da China, ligada ao exército, receberam a aprovação para iniciar os ensaios clínicos.

Eles ocorrem no estágio inicial dessa potencial vacina a partir desta semana, informou nesta terça-feira (17) o “Diário do Povo”, jornal oficial do Partido Comunista chinês, citado pela agência de notícias Reuters. Enquanto isso, cientistas norte-americanos realizaram o primeiro teste da vacina contra o coronavírus em humanos. Autoridades de saúde dos Estados Unidos disseram na segunda-feira (16) que voluntários de Seattle, um dos estados mais afetados pela Covid-19 no país, começaram a ser imunizados.

Por meio de comunicado, o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) informou que o teste faz parte de um estudo que vai acompanhar 45 voluntários adultos saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos, e deve durar ao menos seis semanas. Segundo a agência France Presse, todo o processo de criação da vacina deve durar entre 1 ano a 18 meses, isso porque serão necessários mais testes. Neste momento, os pesquisadores querem saber qual é o impacto de diferentes doses administradas por injeção e quais são seus efeitos colaterais. Uma das voluntárias, a norte-americana Jennifer Haller, disse à rede de notícias MSNBC que tem sua temperatura tirada durante várias vezes por dia e que é acompanhada por uma equipe médica constantemente. “Há grandes chances de que eu esteja envolvida na descoberta da vacina, mas ainda que não seja dessa vez, pelo menos estou contribuindo como parte do processo de descoberta”, disse Haller. Haller trabalha como gerente de operações em uma pequena empresa de tecnologia e recebeu liberação do trabalho para participar do estudo que ela ficou sabendo a partir de uma postagem no Facebook. “Todos nos sentimos tão impotentes. Esta é uma oportunidade incrível para eu fazer algo “, disse Jennifer Haller, uma das voluntárias a receber as vacinas.

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Coronavírus: Infectado, Fábio Wajngarten viajou ao lado de Bolsonaro e apertou a mão de Trump

O governo informou nesta quinta-feira (12) que o secretário de Comunicação Social da Presidência, Fábio Wanjgarten, tem coronavírus. O Palácio do Planalto informou ainda que a contra-prova já foi realizada e que o secretário já está em quarentena em casa. Wajngarten fez parte da comitiva do governo que viajou nesta semana para a Flórida, nos Estados Unidos, para uma série de compromissos. Ele viajou junto com o presidente Jair Bolsonaro.

Na nota em que informou que o secretário contraiu o vírus, o governo disse também que o serviço médico da Presidência está tomando medidas para preservar a saúde de Bolsonaro e de toda a comitiva. “O serviço médico da Presidência da República adotou e está adotando todas as medidas preventivas necessárias para preservar a saúde do Presidente da República e de toda comitiva presidencial que o acompanhou em recente viagem oficial aos Estados Unidos, bem como dos servidores do Palácio do Planalto”, afirmou o governo.

Na Flórida, Bolsonaro participou de um jantar com o presidente norte-americano, Donald Trump. Wajngarten acompanhou Bolsonaro no evento. De acordo com o Planalto, o governo brasileiro comunicou às autoridades do governo norte-americano sobre a infecção de Wajngarten. O Ministério da Defesa informou que, por precaução, o estado de saúde do ministro Fernando Azevedo e Silva, que também esteve na comitiva, está sendo monitorado. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, outro integrante da comitiva, disse que vai participar de seus compromissos nos próximos dias por videoconferência.

“Não estou preocupado”, diz Trump sobre monitoramento de Bolsonaro

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (12) que não está preocupado pelo fato de o presidente Jair Bolsonaro estar sob monitoramento em relação ao coronavírus, depois que veio à tona um caso de contaminação na comitiva brasileira que esteve na Flórida para encontrar com o mandatário americano no último fim de semana. O secretário de Comunicação Fábio Wajngarten está com Covid-19, fato confirmado com teste de contraprova. Ele esteve com Trump em Mar-a-Lago, resort onde Bolsonaro foi recebido para um jantar com o presidente americano.

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Urgente: OMS declara pandemia mundial do coronavírus. O que acontece agora?

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Diretor-geral da OMS disse que declaração não muda o que a Organização e os países estão fazendo para “detectar, proteger, tratar e reduzir a transmissão” do vírus.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia de Covid-19 nesta quarta (11). Casos, mortes e números de países atingidos deve aumentar, diz OMS sobre o Covid-19 nesta quarta (11). “A descrição da situação como uma pandemia não altera a avaliação da OMS da ameaça representada por esse vírus. Isso não muda o que a OMS está fazendo, nem o que os países devem fazer ” – Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS

Também o diretor ressaltou que a declaração não significa que a OMS vá adotar novas recomendações no combate ao vírus. “A declaração de uma pandemia não é como a de uma emergência internacional – é uma caracterização ou descrição de uma situação, não é uma mudança na situação” – diretor-executivo do programa de emergências da OMS, Michael Ryan. Ryan também destacou que a OMS reconhece que há um risco a ser evitado com o uso da palavra: as pessoas não devem usar a declaração de pandemia como desculpas para desistir do combate e tentativas de conter a circulação do vírus.

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