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:: ‘Saúde’

Luto: Morre aos 30 anos Deivison Kellrs, vocalista da Banda Torpedo vítima de câncer

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O vocalista da Banda Torpedo, Deivison Kellrs, de 30 anos de idade, faleceu na tarde deste domingo (19) após enfrentar a luta contra câncer no fígado. Desde a madrugada do dia 10 de agosto, o cantor respirava com ajuda de aparelhos e estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A informação foi confirmada pela assessoria da banda.

LUTA CONTRA O CÂNCER

Debilitado fisicamente pelo tratamento, o anúncio da luta contra o câncer foi feito nos palcos, em outubro de 2017. O momento foi registrado nas redes sociais e, desde então, Deivison veio recebendo ainda mais apoio. O artista foi diagnosticado com câncer no fígado há pouco mais de um ano e, por isso, teve que reduzir a participação nos shows da banda.

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Cerca de 10% do público alvo foi vacinado contra sarampo e polio

Na primeira semana de campanha nacional contra o sarampo e a poliomielite, pouco mais de 10% do público alvo foi vacinado, segundo o Ministério da Saúde. O estado com o melhor índice até agora é Rondônia, com 39,88% para pólio e 38,81% para o sarampo, seguido por São Paulo, com 27,68% para pólio e 27,23% para o sarampo. Os índices mais baixos são os de Roraima e Rio de Janeiro.

O Ministério da Saúde tem como meta vacinar mais de 11 milhões de crianças de um a cinco anos até o dia 31 de agosto. No próximo sábado, dia 18, acontece o Dia D de Mobilização Nacional, com mais de 36 mil postos abertos em todo o país.

Três anos depois de lei, 70% das domésticas estão na informalidade

Três anos depois de entrar em vigor a lei que garantiu todos os direitos do trabalhador às domésticas, 70% delas estão na informalidade. Segundo estudo divulgado hoje (12) pelo Estadão, desde outubro de 2015, quando passou a ser obrigatório o recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), as domésticas sem carteira assinada passaram de 4,2 milhões para 4,4 milhões.

A implementação da lei coincidiu com o início da recessão, impedindo a formalização de muitas dessas trabalhadoras. Faz um ano que a parcela de domésticas informais no País ultrapassou a casa dos 70% pela primeira vez desde 2012 (ano de início da série histórica) e, desde então, não deixou mais esse patamar. Ao mesmo tempo, o número de trabalhadoras com carteira assinada caiu.

Ronaldo é internado na UTI de hospital em Ibiza, mas tranquiliza fãs

O ex-jogador Ronaldo Fenômeno está recebendo tratamento na UTI da Policlínica Nuestra Señora del Rosario, em Ibiza, por conta de uma pneumonia. A informação é do jornal espanhol Diario de Ibiza.

Na última sexta-feira (10/8), ele deu entrada na urgência do hospital público Can Misses, onde foi diagnosticado com a doença. Mas, no mesmo dia, ele pediu transferência para a policlínica. Já neste domingo (12/8), pelo Twitter, Ronaldo tranquilizou os fãs e informou que deve ter alta nesta segunda-feira (13/8).

Depressão não é preguiça e nem desculpa, depressão é luta.

Ah, como eu queria que fosse frescura, como eu queria que fosse uma fase, como eu queria que fosse preguiça e que só a vontade bastasse para mudar tudo aquilo. O que ninguém entendia era a autoestima perdida e o desencanto que se fazia presente.

Já ouvi várias coisas a respeito da depressão. Já a nomearam como “frescura” e dizem ser coisa de quem não tem o que fazer. Já falaram para eu ocupar minha cabeça e parar de pensar besteira. Falaram que eu deveria trabalhar mais, estudar mais e deixar de pensar em todas essas loucuras.

Já falaram, também, que só reclamo e que uso o termo depressão porque me convém, para que as pessoas acabam tendo pena de mim. Outros já se incomodaram com o meu choro e falaram que eu precisava ir ao psiquiatra com urgência.

O que ninguém entendia, porém, era o medo que eu sentia de falar das minhas dores, era o peso da angústia em me manter acordada, era o fato de eu buscar o refúgio dormindo para me esquecer da dor e fazer o tempo passar mais rápido. Era a luta de todos os dias de ter de enfrentar o seu “eu” em pedaços e, depois, juntá-lo novamente.

Ninguém entendia o quanto eu queria sair daquilo: era uma como uma prisão. Eu era prisioneira de medos, fracassos, mágoas e angústia. Ninguém entendia que eu não via mais graça em nada e isso não tinha nada a ver com antipatia. Não entendiam que a força que me puxava para cama era bem maior do que a que me encorajava a levantar dela e sair para o mundo para ver e conhecer pessoas. Eu não tinha forças para falar, saudar alguém ou mesmo me arrumar. Eu me olhava no espelho e gostava do meu pijama velho, rasgado e do meu cabelo bagunçado. Eu não me preocupava com isso, pois a bagunça e os rasgos eram bem maiores dentro de mim.

Ah, como eu queria que fosse frescura, como eu queria que fosse uma fase, como eu queria que fosse preguiça e que só a vontade bastasse para mudar tudo aquilo. O que ninguém entendia era a autoestima perdida e o desencanto que se fazia presente.

Ninguém conseguia ver a minha luta diária para virar a página, como eu me sentia impotente demais diante de tanta dor e, quantas vezes, eu não pensei em entregar os pontos.

Quantas vezes eu chorei sozinha no banheiro para ninguém ver, quantas vezes eu quis dormir e acordar leve. Nunca chame algo assim de falta de fé ou de falta de Deus. Depressão não tem a ver com falta de religiosidade. Depressão tem a ver com conflitos, com situações que muitas vezes nos jogam no buraco. Depressão não é fraqueza e está bem longe disso.

É como estar no meio da maré e ela querer te levar: você tenta, com todas as suas forças, mas uma hora cansa. A tal da depressão quase me levou e ela pode levar muita gente, se continuarem acreditando ser frescura, se continuarem achando que o outro precisa de motivos para as suas dores, que é falta de vontade ou que, sei lá, a pessoa é muito sentimental. Pode levar muita gente, como já tem levado, porque muitos continuam acreditando que remédios bastam e que ”é fase e vai passar”.

Sabe, as pessoas querem ser ouvidas, elas têm sede de ver as suas dores acolhidas. Mas, em meio a tantos julgamentos e conceitos errados, eu preferia me calar, mesmo que isso não parecesse tão simpático. Era mais fácil dizer que estava tudo bem e depois chorar, do que ter que contar sobre mim e ter de ouvir uma resposta desagradável. Era mais fácil inventar desculpa para não sair, do que ter que enfrentar a mim mesma e a todos. Qualquer coisa era mais fácil do que ter que parecer bem.

Ninguém parou para ver a tempestade que havia em mim. Ninguém entendia o quanto eu lutava pra não chorar quando estava rodeada de pessoas e que, cansada de tanto lutar contra esses sentimentos que me sufocavam, na maioria das vezes preferia o meu quarto.

Não é do dia para a noite que você se liberta, é com apoio, é com ajuda, é com acolhimento e muito esforço. É um processo, é um leão que você mata todos os dias dentro de você, é sentir o seu dia tomando cor novamente devagarinho, é aprender a apreciar aqueles filmes velhos de que você tanto gostava e parou de assistir, é ler um livro novo e sentir prazer com cada frase terminada. É conseguir sorrir sem ter que fazer esforço, é olhar no relógio e querer parar o tempo ao invés de acelerá-lo. É ver a graça chegando aos poucos e a alegria fazendo morada. Não sou melhor do que ninguém por não ter me rendido totalmente, só eu sei o quanto era dolorido conviver com aquela dor e a imensa falta de força que sentia todos os dias. No entanto, posso ser melhor do que muita gente que não entende que depressão não é e está bem longe de ser frescura.

73% dos laboratórios erram diagnóstico do vírus da zika

Um estudo com 15 laboratórios públicos e privados de sete estados brasileiros revelou que 11 deles (73%) falharam na detecção do vírus da zika. Cada um dos laboratórios testou 12 amostras; mais da metade (8) apresentou dois ou mais resultados de testes errados, sejam falsos positivos ou falsos negativos.

Os testes moleculares detectam a presença do vírus da zika no sangue ou na urina do paciente por meio de amplificação do seu material genético, formado por RNA.

A metodologia é chamada de PCR (reação em cadeia da polimerase) e consiste em criar condições para gerar cópias do material genético até ele ser detectado por um aparelho que mede fluorescência.

O trabalho, publicado na revista científica Emerging Infectious Diseases, dos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doença dos EUA), não revela o desempenho de cada laboratório. Para manter a confidencialidade, cada instituição participante foi representada por um número.

Participaram do estudo a Fiocruz de Pernambuco, Fiocruz da Bahia, o grupo Dasa, hospital Albert Einstein, USP, Unifesp, Fundação Pró-Sangue, Instituto Oswaldo Cruz do Rio, UFPA, UnB, UFBA, Famerp, Fundação de medicina tropical de Manaus e colaboradores estrangeiros.

Os pesquisadores ressaltam que os resultados são comparáveis aos encontrados em estudos feitos na Europa, onde 60% dos laboratórios precisam melhorar a qualidade dos testes moleculares.

Segundo os autores, a falta de sensibilidade desses ensaios pode afetar as estimativas do risco absoluto da síndrome congênita induzida pelo vírus da zika (o que causa, por exemplo, a microcefalia).

Resultados falsos negativos foram relacionados a amostras com baixas concentrações do vírus da zika, o que pode ser problemático porque essa situação é comumente observada em pacientes infectados com o patógeno. Já os resultados falsos positivos podem estar ligados à contaminação laboratorial.

Esse índice de erros tem impacto na vida das mulheres. Uma grávida com infecção confirmada pelo vírus da zika tem chance de 1% a 15% de ter um bebê afetado.

Durante o surto de 2015 e 2016, muitas grávidas fizeram abortos ilegais após resultados positivos do teste de zika temendo que seus bebês tivessem microcefalia e outras más-formações graves.

Segundo José Eduardo Levi, especialista em biologia molecular do grupo Dasa, um resultado falso negativo pode fazer com que a família não se prepare para ter uma criança deficiente ou prescinda do suporte de um centro especializado já logo após o nascimento.

Já um falso positivo, além de levar a decisões dramáticas, pode fazer com que gestantes passem por exames invasivos, como a coleta de líquido amniótico, o que aumenta o risco de aborto espontâneo. “As duas situações não deveriam existir. Os resultados do estudo me deixaram de cabelo em pé”, diz Levi, um dos autores.

Já o virologista Maurício Lacerda Nogueira, professor da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e outro autor do estudo, diz que o resultado não o surpreende. “Cem por cento de acerto é praticamente irreal. Qualquer laboratório padece de erros, que são inerentes à técnica”, diz ele.

Para o estudo, o virologista Jan Felix Drexler, do centro médico da Universidade de Bonn, na Alemanha, enviou aos laboratórios brasileiros um painel com 12 amostras de sangue com vírus inativo.

O painel contemplou quatro amostras positivas de vírus da zika com diferentes cargas virais e oito amostras com outras arboviroses como chikungunya, dengue, encefalite japonesa e de Saint Louis, vírus do Oeste do Nilo e da febre amarela, que poderiam provocar reações cruzadas.

O pesquisador selecionou amostras positivas e negativas (previamente testadas) e distribuiu, de forma cega, para os diferentes laboratórios brasileiros. Seguindo as suas metodologias, cada laboratório analisou as amostras e aferiu o diagnóstico. Só quatro deles apresentaram resultados totalmente corretos.

Uma possibilidade levantada na pesquisa para explicar os erros é o uso de reagentes de baixa qualidade, que pode comprometer a qualidade dos testes. Na América Latina, o preço desses materiais chega a ser 200% mais caro que nos países desenvolvidos.

“Tem muita porcaria nos pregões eletrônicos que acaba sendo comprada por ser de baixo custo”, afirma Levi.

Segundo Nogueira, outro ponto importante mostrado na pesquisa foi uma superioridade das plataformas automatizadas para a extração do RNA em detrimento das manuais, que podem aumentar o risco de contaminação e, consequentemente, de um resultado incorreto.

Conquista: Campanha de vacinação contra a gripe é prorrogada até o dia 22 de junho

Decisão foi divulgada na tarde desta quarta-feira (13), pelo Ministério da Saúde e vale para todo o território nacional.

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Se você faz parte do público-alvo da 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, mas ainda não se vacinou, fique atento! Você tem mais uma chance para ficar imune. A Secretaria Municipal de Saúde informa que a campanha foi prorrogada novamente; desta vez, até o dia 22 de junho (sexta-feira). A decisão foi divulgada na tarde desta quarta-feira (13), pelo Ministério da Saúde e vale para todo o território nacional. A coordenadora municipal de Imunização, Ana Maria Ferraz, explicou que o município vai acatar a prorrogação, conforme orientou o Ministério da Saúde, e continuará vacinando os grupos prioritários.

“Por esta razão, a população em geral não poderá ser atendida, com as doses que sobraram, a partir do dia 18, como já é comum após o término da campanha”, completou. Ana Maria informou também que as salas de vacina do município continuarão a funcionar enquanto houver estoque, uma vez que a SESAB/DIVEP já disponibilizou todo o quantitativo de doses de vacina contra Influenza suficientes para a meta da campanha, tendo enviado a última remessa há duas semanas. Vale lembrar que o público-alvo da vacinação inclui idosos acima de 60 anos, portadores de doenças crônicas com relatório médico, transplantados, gestantes, mulheres no período de 45 dias após o parto, crianças de seis meses de vida a menores de cinco anos de idade, indígenas, pessoas privadas de liberdade e os profissionais de saúde. Secom-PMVC.

Conquista: Campanha de vacinação contra a gripe vai até a próxima sexta-feira

O público-alvo da vacinação inclui idosos acima de 60 anos, portadores de doenças crônicas com relatório médico, dentre outros.

A prorrogação da 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza está quase chegando ao fim. Executada, em Vitória da Conquista, pela Secretaria Municipal de Saúde, a campanha segue o calendário nacional que também foi prorrogado até a próxima sexta-feira (15). Segundo a coordenadora municipal de imunização, Ana Maria Ferraz, até sexta-feira (8) já foram aplicadas 62.599 doses da vacina no município, o que corresponde a 77, 23% da meta.

“Estamos perto de atingir a meta que é vacinar 90% do público-alvo e ainda temos uma semana inteira pela frente para que a pessoa que se enquadre no público-alvo venha para ser imunizado”, afirmou a coordenadora. O público-alvo da vacinação inclui idosos acima de 60 anos, portadores de doenças crônicas com relatório médico, transplantados, gestantes, mulheres no período de 45 dias após o parto, crianças de seis meses de vida a menores de cinco anos de idade, indígenas, pessoas privadas de liberdade e os profissionais de saúde.

Prevenção – Não é apenas a vacina que pode ajudar a combater o vírus da gripe. Alguns hábitos básicos podem ajudar bastante como medidas preventivas. Confira:

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Luto em Vitória da Conquista: Morre Hermínia Prado, aos 92 anos

Faleceu neste sábado (09) Hermínia Prado, aos 92 anos de idade, uma personalidade muito querida em Vitoria da Conquista, vítima de complicações no quadro de saúde. Hermínia é a mãe de Miro figura muito conhecida no bairro. O corpo está sendo velado na sua residência na avenida Macaúbas, no bairro Brasil em Vitória da Conquista região sudoeste do estado.

O corpo vai ser sepultado  na fazenda Recruta. Aos familiares enlutados, prestamos nossa solidariedade. Que Deus, na sua infinita bondade, possa amparar a família e amigos de Hermínia e os conforte nesse momento de grande dor.

São João: Por causa de doença, Prefeitura de Irecê cancela show de Simone e Simaria

Governo Municipal se limitou a dizer que a doença de Simaria é o motivo do cancelamento. Irmãs nasceram na região de Irecê.

Na manhã desta quinta-feira (7), a Prefeitura Municipal de Irecê comunicou o cancelamento do show de Simone e Simaria, agendado para as festividades de “São João” do município, no próximo dia 22/6. O governo municipal se limitou a dizer que o motivo era o problema de saúde enfrentado por Simaria. Não está claro se a decisão foi tomada pela Prefeitura ou pelas artistas. As irmãs são naturais de Uibaí, região de Irecê. Confira a íntegra da nota:

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